A poluição atmosférica é muito nociva para a saúde humana e o ambiente: perturbações respiratórias, mortes prematuras, eutrofização e degradação dos ecossistemas devido aos depósitos de azoto e de substâncias ácidas são algumas das consequências deste problema simultaneamente local e transfronteiriço.
Os poluentes mais preocupantes em termos de saúde à pública são o ozono troposférico e sobretudo as partículas (em especial as partículas finas ou PM2,5).
Efeito de Estufa
Principais emissões de GEE (CO2, CH4 e N2O), por poluente e por setor de atividade, e compromissos para o período 2008-2012
Concentração recorde de dióxido carbono CO2 na atmosfera é o maior desde há 4,5 milhões de anos.
Cerca de 46 décimas é apenas o que falta para a concentração de CO2 na atmosfera atingir o valor recorde de 400 partes por milhão (pp).
A revelação é das últimas medições feitas no alto do vulcão Mauna Loa, no Havai. Em 1958 eram apenas 313 pp.
A qualidade do ar ambiente refere aos níveis de concentração de dióxido de enxofre, dióxido de azoto e óxidos de azoto, às partículas em suspensão PM10 e PM2,5, ao chumbo, ao benzeno e ao monóxido de carbono, bem como ao ozono.
Alterações climáticas
Todos somos responsáveis!
As mudanças climáticas são a maior ameaça ambiental do século XXI, com consequências profundas e transversais a várias áreas da sociedade: económica, social e ambiental.
Relatório: homem é culpado pelo aquecimento do planeta
A subida do termómetro global
Principais emissões de GEE (CO2, CH4 e N2O), por poluente e por setor de atividade, e compromissos para o período 2008-2012
Concentração deste gás com efeito de estufa pode chegar a 400 partes por milhão em 2015 ou 2016.
Concentração recorde de dióxido carbono CO2 na atmosfera é o maior desde há 4,5 milhões de anos.
Cerca de 46 décimas é apenas o que falta para a concentração de CO2 na atmosfera atingir o valor recorde de 400 partes por milhão (pp).
A revelação é das últimas medições feitas no alto do vulcão Mauna Loa, no Havai. Em 1958 eram apenas 313 pp.
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Índice de Qualidade do Ar (IQAr), em 2011
Redução da camada de ozono no Árctico em 2011 foi tão acentuada que se pode falar pela primeira vez de um buraco do ozono semelhante ao que surge anualmente na Antárctida.
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